Ana Torrinha - Alimentação saudável
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Psicologicamente, a mãe do narrador era uma senhora que não gostava de desentendimentos, nem brigas. Enfim, muito religiosa, muito boa, de bom coração. A tia era má, invejosa, regateira e de mau-feitio. Como consequência, desta luta entre as duas mulheres, desencadearam-se, brigas, de tal maneira, que nem a guarda era suficiente. Teve de vir a tropa. Primeiro a infantaria, depois a cavalaria. Aos domingos, era o dia em que se iniciava a briga, entrava a população, algumas pessoas já com o «briol» armavam um arraial, onde havia facadas, pauladas e tiros de caçadeira. Toda a aldeia ficou em pé de guerra, e neste acontecimento, houve três feridos, e um morto com um tiro. No outro domingo, novamente, mais cinco mortes e vinte feridos. Em conclusão morreram seis pessoas. Até que a luta cessou e começou a paz.
Neste conto gerou-se uma grande polémica e discussão, por causa de uma ida à feira, e de uma compra de galinhas de barro.
O narrador acabou por perder o tio, que morreu com três facadas, o pai de morte natural e, alguns anos depois, morreu a mãe ficando apenas a tia.